Os 6 Fatos Mais Marcantes da História do Clube Atlético Mineiro

Os 6 Fatos Mais Marcantes da História do Clube Atlético Mineiro

Victoria Victoria 31 jul 2019

Quais são os fatos mais marcantes da história do Clube Atlético Mineiro, você saberia dizer? Hoje vamos testar seus conhecimentos apresentando os 6 fatos mais marcantes do clube, além de algumas curiosidades. Ao final do texto, conta pra gente nos comentários se você conhecia todos esses fatos, ou se acredita que faltou algum acontecimento que merecia estar nessa lista!

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Antes dos fatos, um pouco da história do clube

Podemos começar pela curiosidade de seu nome. Quando o clube nasceu, não se chamava Clube Atlético Mineiro, mas sim Athlético Mineiro Football Club, sabia? Isso foi lá nos idos de 1908, no dia 25 de março, quando um grupo de estudantes resolveu que também queria participar da festa da inauguração do futebol brasileiro.

O galo, como é chamado popularmente hoje em dia, foi o primeiro clube mineiro – dos ainda em atividade – a ser fundado. Em 1914, participou da primeira competição oficial, a “Taça Bueno Brandão”, criada pelo então governador Júlio Bueno Brandão.

O campeonato, organizado pela Liga Mineira de Esportes, foi vencido justamente pelo Clube Atlético Mineiro, o primeiro campeão profissional do estado.

Logo após, já em 1915, conquistou o primeiro Campeonato Mineiro de Futebol. E, décadas depois, o primeiro Campeonato Brasileiro da era moderna. Mostrando que, se o assunto fosse sair na frente, o clube verdadeiramente entendia do assunto.

Segue, portanto, uma lista com alguns dos principais fatos marcantes relacionados com a história do Clube Atlético Mineiro. Uma série de relatos que fazem do clube um dos mais envoltos em lendas e curiosidades do futebol das Américas.

1. Um artilheiro escritor

Um simples funcionário aposenta-se e, desconsolado com as suas perspectivas de futuro e sem ver no presente nada que lhe pudesse trazer satisfação, acaba fazendo uma volta ao passado, em busca de “Duilia”, numa “Viagem aos Seios de Duilia”.

Esse é um clássico de Aníbal Monteiro Machado, nascido na cidade do Rio de Janeiro, mas que logo cedo mudou-se para Minas, onde educou-se, e tornou-se um dos grandes nome da Literatura Brasileira.

Além de escritor, Aníbal tornou-se jogador do Clube Atlético Mineiro, e foi o autor do primeiro gol do clube em 1909, num jogo que terminou em 3×0 para o Atlético, contra o Sport Club Foot-Ball (BH). Pedindo liçensa para o trocadilho: com esse gol, Aníbal “escreveu” seu nome na história do clube e do futebol nacional.

2. O clássico das multidões

Diferentemente do que muitos imaginam, não é Cruzeiro e Atlético o clássico mais tradicional do estado de Minas Gerais.

O “ Clássico das Multidões” era América Futebol Clube x Atlético Mineiro, que arrebanhava um exército de torcedores para acompanhar as batalhas que eram travadas pelo Atlético, o primeiro campeão profissional do estado, e o América, 10 vezes campeão mineiro consecutivo, entre os anos de 1916 e 1925.

A rivalidade entre cruzeirenses e atleticanos só surgiria décadas depois, já nos anos 60, com o estádio Mineirão como palco.

Os números apontam ampla vantagem para os atleticanos em 498 partidas, com 199 vitórias do Atlético, 167 do Cruzeiro e 131 empates.

3. Um representante de peso

Outro fato marcante na história do Clube Atlético Mineiro conta que o clube foi o primeiro brasileiro a jogar em terras alemãs, em uma série de amistosos patrocinados pela Federação Alemã em 1950, com o objetivo de fazer uma espécie de intercâmbio de conhecimentos.

Paulistas e cariocas (os grandes astros da época) juram que foram eles que recusaram o convite, por questões ainda ligadas aos eventos da 2ª Guerra.

Mas os atleticanos não têm qualquer dúvida de que foi o prestígio do time, que àquela altura contava com lendas vivas como Kafunga, Alvinho, Vaguinho, Zé do Monte, entre outros, que levou os “gringos” a convidá-los para essa experiência.

Os 4×3 sobre o TSV 1860 Munchen e os 4×0 no Hamburguer SV (na primeira vez que o time perdia para um estrangeiro dentro de casa) foram os “cartões de vistas” do time mineiro.

4. A “Seleção Brasileira Atlético Mineiro”

O final dos anos 60 marcou uma época de extremo prestígio do futebol atleticano, a ponto de a seleção brasileira ter sido o Clube Atlético Mineiro uniformizado com a “verde-amarela” no dia 18 de dezembro de 1968, no Mineirão, em uma partida amistosa contra a seleção da Iugoslávia, que à época vivia o auge do seu futebol.

Apesar de sair perdendo por 2×0, a “Seleção Brasileira Atlético Mineiro” virou o placar, em um dos fatos mais marcantes da história do clube.

Mas façanha mesmo ocorreu no jogo realizado entre a Seleção Mineira (na verdade todo o time do Atlético) contra a Seleção Brasileira (com Pelé e tudo) no dia 03 de setembro de 1969.

O placar? Acreditem! Atlético Mineiro 2×1 Seleção Brasileira, com gols de Amaury Horta e Dadá (para o Atlético), e de Pelé (supostamente impedido) para a seleção – que apenas 1 ano depois seria campeã do mundo.

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5. O primeiro campeão brasileiro

No ano de 1971 o futebol brasileiro iniciava uma nova fase. Foi a partir dali que o campeonato alcançava a sua modernidade, numa disputa entre os principais clubes brasileiros de todas as regiões do país.

E quem foi o campeão desse ano? Ele mesmo, o Clube Atlético Mineiro! Com nomes como Grapete, Humberto Ramos, Renato, Dadá Maravilha, Romeu Cambalhota, Vantuir, entre vários outros que não tomaram conhecimento do Santos de Pelé, do São Paulo de Gerson, do Botafogo de Paulo César Caju e Jairzinho, do Corinthians de Rivelino, entre outras inúmeras lendas dos anos 60 e 70.

6. Um “camisa 12” bastante original

Dentre tantos fatos marcantes acerca da história do Clube Atlético Mineiro, um chama bastante a atenção, além de ser um dos responsáveis pela fama internacional do clube.

O clube é famoso por ter uma das torcidas mais fanáticas do Brasil – “A Massa” – , que inclusive em 2014 foi eleita, após pesquisa IBOPE, como “a mais popular do Brasil” fora do circuito Rio-São Paulo.

Além disso, diversas pesquisas dão conta de que é a torcida atleticana, e não a cruzeirense, que possui as melhores médias de público no Mineirão – além do público pagante geral.

O resultado de tanto empenho e dedicação veio por meio de um gesto de que não se tem notícia no futebol brasileiro. O tal “12º jogador”, que geralmente é atribuído à torcida, para o clube é coisa séria, a ponto de tê-lo imortalizado, numa camisa com o número 12 que acabou sendo aposentada, em um dos fatos mais marcantes, curiosos e lendários acerca da história do Clube Atlético Mineiro.

O Clube Atlético Mineiro é uma das referências do futebol mineiro e brasileiro. Mas, e para você? Qual a sua importância do galo na sua vida? Deixe a resposta na forma de um comentário, logo abaixo. E continue compartilhando, questionando, refletindo, sugerindo e aproveitando-se dos nossos conteúdos.

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